Cineasta brasileiro.
Criador de universos entre o visível e o que ainda não tem nome.
Trajetória
Nascido em 30 de maio em Apucarana, Paraná, Semi Salomão iniciou sua carreira artística aos 12 anos, em 1996, quando ganhou sua primeira filmadora e passou a produzir desenhos animados. Aos 14, conquistou sua primeira apresentação pública com o "Festival Esmair" — criado a partir dos desenhos que fazia inspirado no seu professor de geografia.
Em 2000, com apenas 17 anos, lançou seu primeiro longa-metragem — gravado com uma câmera VHS compacta JVC. Não havia escola. Havia vontade e uma câmera na mão. Em 2004, "A Bruxa do Cemitério" estourou nas páginas do Estadão, O Globo, e em jornais do México — tornando-se um clássico nacional.
Ao longo de mais de duas décadas construiu uma filmografia de 12 obras que transitam entre terror, esoterismo, comédia, thriller e drama religioso. Trabalhou com Elba Ramalho, Carlos Vereza, Marcello Picchi e Isadora Ribeiro. Na televisão, foi convidado pelo SBT para dirigir e atuar em episódios do programa de Ratinho.
Em "Eu sou Rio" (2014), interpretou 51 personagens em um único filme — feito inédito no mundo, cotado para o Guinness Book. Com "Jesus, a Esperança", venceu o FICC 2018 em duas categorias no Teatro Carlos Gomes, Rio de Janeiro.
"Cada um de nós vem ao mundo com uma missão.
Eu acredito que a minha está traçada desde quando nasci."
Obras
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12º Filme

Trabalhos em TV
Semi Salomão foi convidado pelo SBT para dirigir e atuar em episódios do quadro Histórias que o Povo Conta, parte do programa do apresentador Ratinho. A produção é comandada por Francisco Rodrigues Filho (Chicão), que além de produtor faz as narrações marcantes do quadro. Com roteiristas da emissora e a direção de Semi, os episódios carregam toda a força do universo sobrenatural que marca sua carreira cinematográfica — levado agora para a tela da TV aberta nacional.
Criação Visual
Antes dos filmes, veio a animação. Semi Salomão iniciou sua carreira criativa aos 12 anos criando desenhos animados com recursos mínimos e imaginação sem limite. Em 1995 já produzia suas primeiras animações, e aos 14 conquistou sua primeira apresentação pública com o Festival Esmair — criado em homenagem ao seu professor de geografia, fenômeno no colégio que revelou ao jovem Semi que contar histórias era sua missão.
Cobertura Nacional e Internacional
Criação Musical
Além do cinema, Semi Salomão compõe músicas que nascem do mesmo universo que alimenta seus filmes — experiências espirituais, sonhos, viagens internas e símbolos que cruzam mundos. Cada composição é uma extensão da linguagem cinematográfica: tem narrativa, imagem, atmosfera e intenção.
Usando tecnologia criativa e sua visão artística única, Semi transforma experiências pessoais em composições que transitam entre o misticismo e o cotidiano, entre o Brasil profundo e universos que ainda não têm nome.
Contato
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📍 Apucarana, Paraná — Brasil